CURSO EAD

Curso a distancia de “Saúde das populações do campo, da floresta e das águas.”

O LINK DO CURSO É ESSE AQUI:

1-www.unasus.gov.br/cursos/campo_floresta_aguas

2- Ao entrar faça o que se pede e quaisquer dúvidas, estamos à disposição;

É de fundamental importância esse curso pois abordam questões muito importantes sobre condicionantes e determinantes sociais e ambientais da saúde das pescadoras e também de povos e comunidades tradicionais como os quilombolas, por exemplo.

Faça, incentive e divulgue este curso! Será uma soma no processo de formação, especialmente das pescadoras.

Inscreva-se no Curso de EaD Saúde do Campo, Floresta e Águas!

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Dia de luta em defesa do Rio São Francisco!

NÃO DEIXE O RIO MORRER, SE NÃO MORRE O RIBEIRINHO…"



São Francisco Vivo:

Terra, Água, Rio e Povo!

Vídeo em homenagem ao Dia do Pescador e da Pescadora Artesanal

Para homenagear o Dia do Pescador e da Pescadora Artesanal, 29 de junho, integrantes da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP), vindas de diversos estados do país, reuniram-se em um vídeo para dizer o que a pesca significa para elas, o que é ser pescadora artesanal. Se emocione com essas mulheres fortes e de luta.

Clique na imagem para assistir.


"O pescador que não tem território não tem história, e sem história a gente não pode viver" – Iranyr dos Santos, pescadora artesanal de Remanso/Bahia.

Rede MangueMar Brasil, realiza encontro nacional em Olinda

Rede MangueMar Brasil realiza encontro nacional em Olinda

– 30 de maio de 2014Publicado em: Notícias

assessoria de comunicação do CPP Nacional

Encontro aborda os impactos dos grandes projetos no Brasil e as formas de resistências das comunidades tradicionais das zonas costeiras e marinhas perante essas ameaças.

ENCONTRO MANGUEMAR

Diante das problemáticas ligadas aos grandes projetos que ameaçam a existência das comunidades tradicionais das zonas costeiras e marinhas do país, a Rede MangueMar Brasil realiza seu V Encontro Nacional para debater a conservação desses espaços e elaborar estratégias de resistência frente às ameaças. O encontro, que teve início na manhã de hoje (30/05), acontece até o próximo domingo (01/06) e reúne integrantes do Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais, pesquisadores e organizações não governamentais que atuam com a temática.

Partindo da análise da conjuntura dos planos e modelos de desenvolvimento adotado pelo Estado brasileiro, debate-se a lógica na qual a exploração dos recursos naturais, para fins de exportação e consumo interno, se sobrepõe e nega a existência das comunidades tradicionais, passando por cima da própria constituição. A exploração mineral, energética, de petróleo, das florestas e de diversos outros recursos, além de ocasionar um processo de degradação ambiental, demanda a construção de grandes empreendimentos que estão diretamente ligados às distintas denúncias de violação de direitos acusados pelas comunidades, como a expulsão de seus territórios e a extinção de seu modo de vida.

“Se continuarem nesse ritmo, vão acabar tudo. Existem comunidades que estão totalmente prejudicadas, com os manguezais destruídos. Estão exterminando nossa atividade tradicional”, alerta a pescadora artesanal da Bahia, Marizelha Lopes. A pescadora também se preocupa com o processo de privatização dos corpos d’água nacionais, uma das principais políticas de ameaça à atividade das comunidades pesqueiras no Brasil.

Para enfrentar esse modelo de mercantilização dos recursos naturais e seus impactos, o coletivo discute quais ações e políticas podem corroborar para a resistência e empoderamento das comunidades tradicionais. Na pauta das estratégias já se encontra a Campanha Nacional pela Regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras, vista como um dos importantes meios para a proteção dos direitos de pescadores e pescadoras artesanais. “Nós é que protegemos o meio ambiente, não podem negar nossa existência, não podem negar nossos direitos”, complementa Marizelha.

Rede MangueMar

A Rede MangueMar Brasil é uma articulação que envolve movimentos de pescadores/as, ONGs, pastorais sociais e pesquisadores/as que lutam pela sustentabilidade socioambiental da Zona Costeira Brasileira. O processo de constituição da rede teve início em 2001, quando diferentes sujeitos começaram a trabalhar em rede para responder à necessidade de lutar por políticas públicas voltadas especificamente para a Zona Costeira, se configurando como uma articulação nacional empenhada na construção de alternativas sustentáveis que combatam a vulnerabilidade das populações tradicionais.

“CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PARA EMISSÃO DO RGP”

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PARA EMISSÃO DO RGP”

O Ministério da Pesca e Aquicultura, tendo em vista reivindicações de entidades do setor, vem a público informar:

A Instrução Normativa nº7, de 19 de Junho de 2013, estabelece que fica o pescador ou pescadora Artesanal Profissional desobrigado de apresentar o comprovante derecolhimento Sindical Obrigatório para ter direito a renovação da Licença de Pescador Artesanal Profissional (conhecida como “Carteira do Pescador”). No caso de Segurado Especial da categoria, fica também este pescador ou pescadora desobrigado de apresentar a Guia da Previdência Social (GPS).

Aos pescadores e pescadoras, o Ministério da Pesca e Aquicultura solicita:

  • Se no momento da renovação das suas licenças for exigido o comprovante de pagamento da Contribuição Sindical, DENUNCIE, entrando em contato com a Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura mais próxima de você, Ministério Público, Policia Federal ou pelos canais abaixo:

Ouvidoria do MPA:

(61) 2023-3128
(61) 2023-3017
E-mail: ouvidoria